Notícias de Proteção no Trabalho

Notícias de Proteção no Trabalho

Uniformes de trabalho obrigatórios

Lorena Mosquera.Oct 12, 2014
Embora nem todas concordem, a verdade é que existem muitas profissões que têm uma coisa em comum: usam uniformes de trabalho. Algumas exigem o seu uso de forma obrigatória e outras é apenas opcional: isso dependerá muito das normas ou da empresa contratante. Uniformes de trabalho: necessários ou dispensáveis? Quando um uniforme é obrigatório, pode-se dizer que existem vantagens no seu uso. Por exemplo: • A imagem corporativa é melhor. Imaginem um restaurante onde cada empregado de mesa se veste à sua maneira e depois pensem no mesmo exemplo, mas com todos vestidos da mesma forma: dá uma boa imagem. Os trabalhadores também terão um maior sentimento de pertença e isso pode repercutir positivamente no seu trabalho. • É mais fácil identificar o pessoal do local: quantas vezes já entraram numa loja grande e tentaram encontrar algum funcionário para vos tirar algumas dúvidas sobre algum produto? Com a roupa toda igual é mais fácil (até poderiam ser de cores que se vejam). • Para o trabalhador é mais prático: ao ter uma roupa fixa, não precisa de estar sempre a pensar que roupa é melhor ou pior para ir trabalhar. A única coisa que é preciso neste caso é poder dispor de mais do que um conjunto para poder ir limpando. • A importância da higiene. Em algumas profissões é completamente indispensável e já o atribuem como obrigatório, mas se não fosse o caso, igualmente a opção de usar uniforme ajuda a manter um clima mais neutro e puro em certos casos (uma pequena cozinha, por exemplo). • As pequenas empresas podem parecer maiores. Um pequeno bar de uma aldeia ou de um bairro pode dar a sensação de uma melhor gestão e organização se os seus funcionários se vestirem da mesma forma (em todos estes casos também é importante lembrar que os bons modos andam de mãos dadas e que deveria ser um requisito indispensável) • O estilo é um ponto a favor: se somos os proprietários de uma empresa que se distingue por ser moderna e informal, não podemos ter os nossos funcionários a usar roupa muito clássica, porque não ficaria muito adequado. E o mesmo ao contrário. • Pode ser mais seguro: há tarefas que exigem um extra de segurança ou precaução. Se deixares o trabalhador tratar de si mesmo, talvez sem querer possa ocorrer um acidente. O empregador deve fornecer a informação necessária de acordo com o posto de trabalho a ocupar, e mesmo na maioria dos casos, deverá fornecer a roupa aos seus funcionários. Existem muitas lojas especializadas em roupa profissional. Podem encontrar desde roupa para restaurantes a roupa sanitária, passando por batas para professoras, roupa para cabeleireiros, etc. Também não é preciso fazer um grande investimento: se quiserem dar um toque corporativo, podem sempre comprar calças ou camisas da mesma cor: isso dá uma imagem bastante uniforme. Se além disso quiserem dar um toque mais pessoal, podem bordar ou estampar o vosso logótipo.

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Biossegurança hospitalar

Jorge Javier Carrión Gil.Sep 30, 2014
Por biossegurança, referimo-nos a todos os conhecimentos, técnicas e/ou equipamentos que ajudam a prevenir riscos biológicos.

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Tipos de tecido

Jorge Javier Carrión Gil.Sep 19, 2014
Conhecer os tipos de tecido existentes pode ser útil em determinadas situações, como por exemplo, encontrar a melhor opção para correr, para ir trabalhar no verão, para um dia de chuva, etc. Do Grupo de Montanha Pegaso, foi feita uma relação dos tipos de tecido existentes, as suas propriedades e as suas principais vantagens e desvantagens. Fibras com que a roupa é fabricada: Fibras de origem natural: existem de dois tipos: as mais comuns são as de origem vegetal, como o algodão, o linho ou a esparto. E depois também há as de origem animal, como a lã ou a seda. Como são fibras curtas (pouca extensão), o que se costuma fazer é entrelaçar os fios para que formem tecido. O melhor das fibras de origem natural é que, em princípio, não provocam tantas alergias, mas como ponto negativo, é preciso dizer que absorvem água: isso é desconfortável tanto para os dias de chuva ou humidade, como para os dias mais quentes, que é quando se transpira mais. É especialmente aconselhável evitá-las no inverno, porque demoram muito a secar, e se molhar com a chuva, pode ficar com a roupa encharcada durante várias horas. Fibras artificiais: são fibras que se obtêm quando se procede à regeneração de fibras de algodão com procedimentos químicos. Um exemplo seria a celulose, que se obtém sobretudo do algodão e que se utiliza principalmente para a produção de papel e cartão. Fibras sintéticas: é o tipo que tem mais variedade de modelos. Derivam do petróleo e do carvão, que através de um processo contínuo fabricam tecidos resistentes e leves. Alguns tipos são: Poliamida-nylon: muito resistente, de facto, é utilizada para reforçar zonas frágeis como joelheiras ou biqueiras de meias, que são zonas que com o uso se desgastam mais. Poliéster: o famoso polar é feito de poliéster. No momento de o fabricar, é cardado, de forma a que vá retendo ar quente enquanto forma uma camada isolante. Dentro do poliéster há muita variedade, mas poder-se-ia dizer que é o produto estrela de roupa para o inverno. Polipropileno: trata-se de uma fibra que quase não absorve água. Isso torna-a um elemento indispensável para as pessoas que estão sempre em contacto com o mar ou desportistas aquáticos. Clorofibra: a sua principal característica é que, embora tenha pouca transpirabilidade, a sua alta capacidade térmica faz com que esteja entre as fibras mais populares. Lycra: embora o seu nome correto seria elastano ou spandex, lycra é o nome mais comum e pelo qual é amplamente conhecido. A principal diferença da lycra com outros tecidos é que pode ser muito elástica. Em resumo: as fibras sintéticas têm muitos pontos positivos a ter em conta, já que permitem ter roupas mais elásticas e mais transpiráveis, entre outras, mas por outro lado, como ponto negativo devemos notar que, por se tratarem de fibras que não foram obtidas de forma natural, pode ser mais fácil que notemos algum problema. Embora, em geral, as duas opções apresentem prós e contras.

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Combater o calor no trabalho

Jorge Javier Carrión Gil.Sep 18, 2014
Embora estejamos no fim do verão, parece que o calor nos vai acompanhar um pouco mais e que vai compensar os dias chuvosos que tivemos nos últimos dois meses. Trabalhar no verão pode ser muito bom, mas é preciso ter cuidado: um excesso de calor no nosso local de trabalho pode levar a um baixo desempenho ou a algum acidente. Isso acontece geralmente porque o nosso corpo absorve o calor e faz com que o organismo aqueça, e, dependendo dos fatores pessoais de cada um, pode tornar-se um problema. Como superar o calor no trabalho Outro problema gerado pelo excesso de calor é o que se denomina “stress térmico”, que se apresenta maioritariamente em trabalhos ao ar livre como a agricultura ou a construção. Alguns efeitos que as altas temperaturas produzem são, por exemplo, erupções na pele, queimaduras, cãibras, esgotamento ou desidratação (por isso é recomendável ter sempre à mão uma garrafa de água e ir bebendo de vez em quando para que o corpo recupere o líquido que se perdeu com o suor). O golpe de calor O golpe de calor é um dos problemas mais comuns das pessoas expostas a altas temperaturas. Ocorre quando o corpo supera os 40,6 graus e chegou a ser mortal em entre 15% e 25% dos casos. Sintomas: • Sintomas gerais: temperatura interna muito alta, taquicardia, respiração rápida, cefaleia, náuseas e vómitos.• Sintomas cutâneos: pele seca e quente e ausência de sudação• Sintomas neurossensoriais: confusão e convulsões, perda de consciência e pupilas dilatadas. Fatores de risco: • Estar exposto a temperaturas muito altas ou também em ambientes onde a humidade relativa seja alta.• Estar num sítio onde não haja ventilação ou a que há seja escassa. Se houver janelas, tentem que estejam abertas para que o ar circule um pouco, assim a sensação de calor será mais baixa, já que ajudará, entre outras coisas, à evaporação do suor.• Estar exposto diretamente aos raios do sol. Caso um trabalhador sofra um golpe de calor, deve-se atuar rapidamente colocando-o numa zona de sombra e tentar que tome duche com água fria o mais rapidamente possível (atenção: não se deve utilizar água mais fria de 15º) ou cobri-lo com toalhas húmidas para que o corpo arrefeça. Deve-se dar-lhe água fresca para beber e contactar um médico o mais rapidamente possível. É muito importante que o responsável pelos trabalhadores tenha em conta todos estes fatores. Deve, por exemplo, ajudar no fornecimento de água fresca se os próprios trabalhadores não puderem aceder a ela com regularidade. Também não deveria permitir que se façam grandes esforços de longa duração se estiverem expostos ao sol: devem programar-se pausas periódicas para que possam estar um tempo na sombra e recuperar, sendo aconselhável uma pausa a cada hora. A roupa que se usa também é muito importante, já que algumas não permitem a transpiração e isso leva ao aumento da sensação de calor.O melhor é tentar fazer os trabalhos intensos nas horas de menos calor. Informação extraída do guia “Trabalhar com calor”, publicada pelo Instituto Nacional de Segurança e Higiene no Trabalho.

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Proteção anti-queda. Instalação de guardas de proteção

Jorge Javier Carrión Gil.Jul 11, 2014
Já alguma vez parei num telhado de um edifício comercial ou perto do perímetro de um edifício em construção, e ao olhar para o corrimão, pergunto-me: "Sei que os corrimãos me mantêm seguro, mas como é que eles lá chegaram? Quem os instalou? Que medidas de proteção antiqueda utilizaram?" Ou seja, em algum momento, algum trabalhador teve de arriscar a sua vida para colocar os corrimãos que protegem a vida de outrem, não é? Esperemos que não. Photo courtesy of naisa Só porque alguém se encarrega da tarefa de instalação da proteção antiqueda, não significa que se pode ir sem proteção antiqueda. Às vezes os carris são escolhidos como o método de proteção antiqueda porque não há ponto de ancoragem adequado (apesar do facto de que os carris, como um controlo de engenharia, devem ser escolhidos antes de um sistema de detenção de quedas – que é EPI). Isto pode acontecer num telhado plano, por exemplo, onde não há nada mais do que alguns tubos frágeis à volta. Aconselho a leitura deste blog americano, que criou um bom post de proteção antiqueda. Neste post são mostradas dicas para três tipos de situações de instalação de proteção antiqueda na altura de colocar os corrimãos. Opção 1: Proteção antiqueda em corrimão temporário Opção 2: Proteção antiqueda para instalar um ponto de ancoragem temporário Opções 3: Pré-Instalação de proteção contra quedas "em terra"

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Calçado de Segurança Fal Segurança - Calçado Tático com Gore Tex

Jorge Javier Carrión Gil.Jun 06, 2014
Calçado de segurança FAL Tactical Novo vídeo da FAL sobre calçado de segurança da série tactical com Gore Tex. Pode conhecer mais produtos de segurança FAL Gore Tex em naisa.es   A empresa de calçado de segurança FAL foi fundada em 1965 em Arnedo – La Rioja, é uma empresa líder no fabrico e comercialização de calçado a nível internacional, conta com uma equipa qualificada e especializada composta por 180 pessoas, oferecendo uma capacidade de produção que pode atingir os 9.000 pares por dia. A FAL calçado de segurança possui equipamentos e tecnologias altamente inovadoras, garantindo assim a máxima qualidade em todas as fases de fabrico.