Notícias de Proteção no Trabalho

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Resíduos Sólidos Urbanos e riscos do aterro sanitário

Jorge Javier Carrión Gil.Nov 03, 2016
O meio ambiente e a preocupação com a sua conservação desenvolveram novas indústrias e postos de trabalho, entre eles, operadores de aterros sanitários ou de classificação de resíduos em estações de resíduos sólidos urbanos, assim como gestores de resíduos perigosos. O meio ambiente corre um risco, mas, ao mesmo tempo, gera um risco em determinados postos de trabalho. Aterro sanitário Os resíduos sólidos urbanos, conhecidos como resíduos domésticos na Lei 22/2011, de 28 de julho, de resíduos e solos contaminados, são definidos como “aqueles que são gerados nas atividades desenvolvidas nos lares em consequência das atividades domésticas. Consideram-se também resíduos domésticos os similares aos anteriores gerados em serviços e indústrias.” Em casa, apenas nos temos de preocupar em separar o papel, o plástico, as embalagens e o vidro dos RSU, para os depositar no contentor apropriado, mas desconhecemos todo o processo que vem a seguir. Estes resíduos chegam a grandes estações de classificação e aterros sanitários, onde trabalham centenas de pessoas. Entre os postos de trabalho encontram-se os operadores que manuseiam maquinaria pesada dentro do aterro sanitário, com o fim de compactar os resíduos orgânicos. Estes trabalhadores sofrem o risco próprio de manusear maquinaria pesada como uma carregadora, que incluem quedas de diferente nível, vibrações ou ruídos. Além disso, expõem-se aos odores próprios do aterro, assim como ao risco de contrair qualquer infeção bacteriológica. O lixo, no seu processo de percolação, emite um fluido chamado lixiviado, que deve ser tratado, e gera um risco químico para o trabalhador. Além disso, o biogás deve ser transportado por canais preparados para tal efeito, evitando qualquer fuga. Estação de classificação de resíduos sólidos urbanos Os RSU não chegam e vão diretos para o aterro, previamente passam por um sistema de classificação levado a cabo por operadores. O lixo é despejado sobre umas cintas transportadoras de onde os operadores, à mão, vão separando aqueles resíduos como o vidro, plástico ou papel, dos RSU que irão para o aterro. Durante este processo, além do mau cheiro, os profissionais veem-se expostos a cortes, infeções por agentes biológicos ou intoxicações. Por esta razão, devem usar vestuário de trabalho adequado e EPIs como luvas, botas de segurança, óculos de proteção e máscaras. Os camiões que chegam à estação com os resíduos classificados são despejados nos espaços atribuídos para o efeito. No caso do papel, este é compactado e armazenado numa parte do pavilhão, à espera de ser transferido para a sua gestão. Enquanto o vidro e o metal são encaminhados para outros pontos, ficando o lixo separado. O transporte dos fardos de papel compactado é feito manualmente ou com maquinaria pesada. É importante nestes locais manter ao máximo a ordem e a limpeza, evitando derrames de óleo de maquinaria pelo chão, que podem provocar quedas; ou restos de lixo orgânico, para prevenir pragas de animais que desembocam em infeções. Após um dia de trabalho Um dia de trabalho numa estação e aterro de classificação de lixo é bastante duro, sobretudo no verão, que com o aumento das temperaturas os odores disparam. Como em qualquer trabalho, aconselha-se que ao terminar o dia de trabalho o trabalho não seja levado para casa; neste caso, devem-se condicionar os balneários com chuveiros para que os trabalhadores possam trocar de roupa e ir para casa limpos. Além disso, o vestuário de trabalho deve ser lavado no centro de classificação, portanto deverá contar com uma lavandaria. Não se recomenda este tipo de roupa de trabalho com a roupa de rua, pelo seu nível de toxicidade acumulada. Da mesma forma, requer detergentes especiais que poderiam danificar o funcionamento das máquinas de lavar comuns.

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Professores: risco de depressão e ansiedade

Jorge Javier Carrión Gil.Oct 29, 2016
As crianças podem ser, por vezes, exaustivas, têm grande vitalidade e energia. Durante o Natal, os professores têm férias e recarregam as baterias para o regresso à escola, onde enfrentam riscos como stress, ansiedade ou lesões na voz. Fatores psicossociais que o professor assume Os professores têm uma carga emocional muito forte no seu trabalho; a relação com crianças de tenra idade em grupos grandes requer muita atenção e paciência. Entre os riscos psicossociais que um professor enfrenta, destacam-se a organização do trabalho e a pressão para cumprir as expectativas e objetivos definidos para cada ano. À medida que o ano letivo avança, os professores podem entrar em estados de ansiedade se surgirem atrasos na entrega e cumprimento dos objetivos. O stress é um dos riscos com que um professor convive, desde fatores de stress social ou do ambiente físico, até fatores que afetam o próprio indivíduo. Situações de sobrecarga ou preocupações, tanto pelo trabalho em si como por cada aluno, podem levar a perturbações psicológicas graves. A depressão é outro dos riscos que enfrentam os professores que se veem sobrecarregados pela situação laboral diária. A falta de motivação ou a hipersensibilidade são os primeiros sintomas. Outros riscos laborais associados ao corpo docente Além das situações comuns de stress, ansiedade ou combate à depressão, enfrentam riscos com terminologia própria como a Síndrome de Burnout ou síndrome de esgotamento profissional, que é uma perturbação emocional que afeta múltiplos profissionais e, em teoria, o seu vínculo com o âmbito laboral é reconhecido há pouco tempo. Esta síndrome desenvolve-se devido ao stress, causado pelo trabalho e pelo estilo de vida do professor. Entre os sintomas mais comuns, os professores desenvolvem um sentimento de esgotamento, fracasso e impotência, bem como uma diminuição da autoestima e um estado permanente de nervosismo. Dores de cabeça ou taquicardia são os sintomas mais fortes da Síndrome de Burnout, que afetam o desenvolvimento das atividades diárias, tanto profissionais como pessoais. Mobbing, uma palavra que se tornou conhecida tanto no âmbito profissional como entre as crianças da escola. No plano laboral, é identificado como o assédio ou aqueles comportamentos e condutas abusivas que degradam psicologicamente o professor. Tudo isso leva a minar o moral e a autoestima. O mobbing pode ocorrer entre colegas de profissão ou o professor pode sofrer mobbing por parte dos seus alunos. Deteta-se mobbing quando o professor sofre um isolamento do resto dos colegas, fica saturado com carga de trabalho e mais se estes são de categoria inferior à sua profissão. Agrava-se se a situação é coberta de insultos e ofensas verbais, ameaças ou frases discriminatórias.  

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Primeiros socorros: passos prévios

Jorge Javier Carrión Gil.Oct 30, 2015
Atualmente, as empresas oferecem formação em primeiros socorros. De facto, de acordo com a Lei 31/1995 de Prevenção de Riscos Profissionais, em função da dimensão da empresa e da atividade que desenvolve, devem ser tomadas as medidas necessárias em primeiros socorros e ser designado para o efeito pessoal qualificado. Os primeiros socorros são ações de emergência que se realizam para reduzir lesões ou afeções que se provocaram devido a um acidente de trabalho. A finalidade é estabilizar o paciente até que cheguem os serviços médicos ou seja transportado para o centro hospitalar para ser atendido. Os acidentes mais comuns onde é necessário prestar primeiros socorros são os cortes com hemorragias, devido a pequenas ferramentas; amputações, pelo uso de ferramentas como uma serra mecânica ou maquinaria pesada; os esmagamentos, devido a quedas de materiais, assim como as quedas de diferentes alturas ou a perda de consciência. PAS: Proteger, Avisar e Socorrer Quando um trabalhador sofre um acidente de trabalho deve ser atendido de imediato. Quer seja um ou vários feridos devem seguir-se sempre os mesmos passos conhecidos como PAS Proteger: quando for socorrer um ferido, pode ser que este se encontre num lugar pouco acessível ou perigoso. Perante esta situação, assegure-se primeiro a si e depois ao acidentado. Avisar: não hesite, avise sempre o responsável da instalação, obra ou pessoa designada na empresa. Em qualquer caso, se estiver sozinho com o seu colega ferido, ligue para o 112 emergências e dê toda a informação para que possam socorrê-los. Socorrer: Ajude o acidentado. Passos a seguir em primeiros socorros Em primeiro lugar, deve verificar se o ferido está consciente ou não, perguntar o seu nome, se sabe onde se encontra e o que aconteceu. As suas respostas dar-nos-ão uma pista de se se encontra consciente da situação e do acidente. No caso de estar inconsciente, temos que verificar que nada obstrua as vias respiratórias, isto é, a boca e o nariz. Em seguida, certificar-nos de que tem respiração e pulso. O melhor sítio para verificar se tem pulso é o pescoço, mesmo na carótida, para isso deverá colocar os dedos indicador, médio e anelar e sentir o batimento. Além disso, examine bem o acidentado e verifique que não tenha hemorragias. Se o ferido estiver a sangrar excessivamente, não hesite, antes de continuar com mais verificações, corte a hemorragia. Lembre-se, perante um acidente de trabalho, o primeiro é não entrar em pânico. Mantenha a calma e observe à sua volta, pense nos passos a seguir e finalmente aja, sempre e quando tiver a certeza de que aquilo que vai fazer é correto, se tiver dúvidas, é melhor esperar que chegue a assistência sanitária e permaneça ao lado da vítima. É importante que as empresas formem os seus trabalhadores em primeiros socorros. Desta forma, poderão ajudar uma vítima em caso de acidente e salvar uma vida.

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Os riscos de ser nadador-salvador

Jorge Javier Carrión Gil.Oct 30, 2015
Durante o verão, o desemprego diminui devido a trabalhos temporários, incluindo os nadadores-salvadores. As praias necessitam dos seus serviços e as piscinas públicas e privadas das urbanizações enchem-se de banhistas, crianças e pais, nalguns casos imprudentes. Para aceder à profissão de nadador-salvador deve obter o título de nadador-salvador na Federação de Salvamento Aquático e Socorrismo da sua província. No entanto, também pode ser obtido na Cruz Vermelha e realizando um Ciclo formativo de grau superior de «Animação de Atividades Físicas e Desportivas». Além de aprender a reagir a um salvamento em mar aberto, praia ou piscina, deverá ser um especialista em primeiros socorros, já que muitas vidas dependem de si. Mas deverá conhecer os riscos laborais que a profissão de nadador-salvador acarreta e que medidas preventivas deve cumprir rigorosamente. Riscos do nadador-salvador No caso de trabalhar em piscinas, o nadador-salvador está exposto a riscos como quedas ao mesmo nível por circular em zonas húmidas adjacentes à piscina; ou quedas a níveis diferentes. Da mesma forma, estão expostos a esforços excessivos. Além disso, estão constantemente expostos a condições ambientais extremas de calor, frio, humidade e radiação solar, bem como a agentes biológicos como protozoários, fungos, bactérias e vírus que crescem no ambiente das piscinas. Da mesma forma, estão expostos a agentes químicos como desinfetantes, pesticidas e cloro, que são adicionados às piscinas. No caso de nadadores-salvadores de praia, os riscos aumentam. Além de somar os riscos anteriores, como quedas de níveis diferentes ao subir e descer da torre de vigia; ou estar expostos a temperaturas extremas. Temos de ter em conta que na praia o número de utilizadores é ilimitado, ao contrário das piscinas que têm uma lotação controlada. Além disso, a massa de água é imprevisível, basta pensar em fazer um resgate numa piscina e em alto mar, sujeito às correntes marítimas e, além disso, ao cansaço físico que implica alcançar o banhista em apuros. Incluímos ainda as espécies aquáticas que existem no mar, desde medusas até avistamentos de pequenos tubarões, riscos que não existem nas piscinas. Aspetos psicossociais Em todos os casos, o nadador-salvador assume uma grande responsabilidade: zelar pela segurança dos banhistas. Isto implica um risco de origem psicossocial. O nadador-salvador permanece em alerta durante as 8 horas da sua jornada de trabalho, provocando um aumento do stress. Tanto em piscinas como em praias, deverão prestar atenção às crianças, cujo comportamento é imprevisível. Da mesma forma, controlar aqueles corajosos que se aventuram mar adentro com o colchão insuflável ou aquelas pessoas idosas, que devido ao excesso de confiança podem ficar presas em correntes ou sofrer uma cãibra ou situação de pânico ao verem-se longe da margem. Todo este stress aumenta quando a falta de consideração dos banhistas se faz presente. Não respeitar as bandeiras vermelhas e amarelas, assim como os avisos de segurança dos nadadores-salvadores. Estas situações podem provocar confrontos entre banhistas e nadadores-salvadores, que apenas tentam fazer bem o seu trabalho. A pressão, o stress de estar alerta aos movimentos dos banhistas, as temperaturas extremas e os riscos que mencionamos anteriormente fazem do trabalho dos nadadores-salvadores uma profissão imprescindível para salvaguardar vidas à beira da praia ou piscina, e contribuir para umas férias sem incidentes.

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Bombeiros preparados para a vaga de frio

Lorena Mosquera.Oct 29, 2015
Durante a onda de frio desta semana, os bombeiros têm sido cruciais em resgates de emergência perante inundações e nevascas. Os bombeiros trabalham em temperaturas extremas, desde incêndios a inundações e neve. Para isso, dispõem de diversos tipos de vestuário, adaptados a cada circunstância. Da mesma forma, têm à sua disposição equipamentos de proteção individual (EPI) e coletivos. Nas épocas de inverno, onde as chuvas se fazem presentes e a neve cobre as superfícies, os riscos de acidentes são maiores. As cheias provocadas pelas chuvas há uns meses ocuparam a atividade das equipas de bombeiros. Resgates em zonas inundadas, onde as pessoas ficavam presas nos seus carros ou casas, fizeram com que os bombeiros utilizassem os seus equipamentos de proteção individual habituais para estas ocasiões. Vestuário e EPI durante inundações Durante um resgate numa inundação, os bombeiros usam um vestuário que faz parte do seu EPI. Este é projetado para permitir trabalhar em zonas de inundação, sem risco de se molhar e com segurança. Onde o tecido impermeável e as faixas fluorescentes são protagonistas, para garantir que sejam vistos a grandes distâncias. Além do macacão, calças, casaco e roupa interior que compõem o uniforme, dispõem de capacetes com máscaras protetoras, indicadas para evitar danos no rosto por salpicos de elementos como ramos, terra ou água que dificultem a visão, assim como qualquer material que seja arrastado durante a cheia. Da mesma forma e imprescindíveis são as botas de água. Estas têm cano alto, para evitar ao máximo a entrada de água. Além disso, têm a sola reforçada com capacidade para se agarrar ao terreno, tendo em conta que muitos resgates são feitos em zonas onde o chão passou de terra para lama escorregadia. Por outro lado, dispõem de luvas isolantes da água e que permitem ter tato para trabalhar com conforto. Bombeiros em missão de resgate A chuva e a neve trouxeram a Espanha diferentes circunstâncias onde os bombeiros tiveram de intervir. Desde esgotos e casas transbordadas pela água, passando por carros presos na neve e hotéis soterrados por avalanches, até resgates em zonas isoladas pela água. A neve foi protagonista na autoestrada A3, Madrid-Valência, onde bloqueou a passagem e isolou cerca de 2000 pessoas dentro dos seus carros. Os bombeiros removeram a neve com máquinas até restabelecer o tráfego na autoestrada. Da mesma forma, os comboios ficaram bloqueados. Em Ontinyent, Valência, na CV-81, os bombeiros acorreram ao resgate de quatro pessoas presas no seu carro devido à neve. O seu trabalho salva vidas de morrer por hipotermia nestas noites gélidas de inverno, onde a onda de frio surpreendeu muitos envolvidos em neve. Para realizar estes resgates, os bombeiros trabalham com equipas coletivas de proteção e dispõem de recursos materiais para executar com sucesso um resgate.

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Comprar roupa de trabalho online

Jorge Javier Carrión Gil.Oct 29, 2015
Há uma alta percentagem da população que prefere fazer as compras online: é fácil e é cómodo. A coisa muda quando se trata de comprar roupa: frequentemente temos dúvidas com os tamanhos e os materiais, já que através do ecrã é um pouco difícil saber todos os detalhes. Vantagens de comprar roupa de trabalho online Mesmo assim, comprar roupa online é uma muito boa opção, e vamos dizer-vos porquê: – A loja está SEMPRE aberta: apetece-lhe ver à meia-noite? Não há problemas: a loja virtual está sempre aberta para que possa consultar toda a sua oferta e ler atentamente toda a informação relacionada, sem pressão de ninguém. – Chega à sua casa ou onde quiser: quando compra na Internet, normalmente o prazo de entrega costuma ser de dois ou três dias em média (dependendo de onde está a comprar, claro). O melhor de tudo é que se decide onde quer levantar ou receber, facilitando assim a experiência de compra e evitando deslocações à loja. – Pode consultar o catálogo de roupa do sofá… ou de qualquer outro lugar: não será necessário estar de pé numa loja. Em qualquer lugar com ligação à Internet poderá fazer a compra. Não será sequer necessário vestir-se para ir às compras: pode fazê-lo de pijama. – Há serviço de apoio ao cliente para que as garantias sejam cumpridas, já que muitas vezes não se compra online por medo da burla. Uma compra online tem as mesmas garantias que uma loja física. Ou seja: existe uma garantia, existe a possibilidade de devolver o produto se não servir, etc. No caso da roupa de trabalho é mais necessário porque já sabemos que este tipo de peças deve ser do tamanho exato. – Pode comparar com outros websites para ver os melhores preços. De forma que só tem de procurar o produto noutras páginas e ver qual lhe interessa mais. – Pagar não representa nenhum problema extra porque estes negócios já procuram a maneira de o fazer o mais fácil e seguro possível. Normalmente há várias opções, como o pagamento à cobrança, por transferência bancária ou com PayPal, uma plataforma de pagamento seguro vinculada ao nosso cartão de crédito. O importante é assegurarmo-nos bem de que o website cumpre as garantias legais de proteção de dados. – E por último: a oferta. Salvo raras exceções, costumam haver muito mais produtos online do que de forma física, já que o espaço virtual oferece mais possibilidades do que o espaço físico. Isto último também afeta a política de preços e ofertas: há mais oportunidades em lojas online do que em lojas físicas: podem-se encontrar grandes descontos que vale a pena aproveitar. Como podem observar há muitas vantagens a este respeito. O melhor é experimentá-lo nem que seja uma única vez e avaliar como correu para saber se no futuro terão vontade de voltar a comprar através desta nova via.

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Alergias sazonais: uso de máscaras

Jorge Javier Carrión Gil.May 19, 2015
A primavera é uma época muito aguardada por muitos: o bom tempo começa, as horas de luz solar aumentam, as cidades enchem-se de atividades, etc. Mas infelizmente nem todos veem a primavera com bons olhos: esta época do ano é um pesadelo para as pessoas que sofrem de alergias, principalmente as alergias que afetam o sistema respiratório. É por isso que devem ser tomadas algumas medidas para que não nos estraguem a estação. Usar máscaras como solução para as alergias primaveris Em alguns países é muito claro, mas aqui parece que ainda não muito: o uso de máscaras pode ajudar-nos com as alergias, evitando que respiremos partículas de pólen ou outras substâncias que nos podem provocar alergia. A situação deve merecer atenção especial quando se trata de um ambiente de trabalho. Se trabalhar em determinadas circunstâncias lhe provoca uma reação, a primeira coisa a fazer é procurar tomar as precauções adequadas e comunicar à empresa o mais rapidamente possível para ver qual a melhor solução. É importante saber que a legislação espanhola classifica as alergias como possíveis doenças profissionais, pelo que a própria empresa é a primeira interessada em que os seus trabalhadores estejam nas melhores condições possíveis. Tipos de máscaras No mercado existem muitas máscaras protetoras, basicamente para poder cobrir todo o tipo de necessidades. Se olharem para a oferta existente, verão que podem ajudar a evitar que se respirem partículas que nos poderiam danificar o sistema respiratório ou mesmo causar cancro ou outras doenças graves. Todas as máscaras homologadas passam por sistemas de controlo por parte da União Europeia para assegurar firmemente que cumprem a sua função e que evitam que se filtrem substâncias perigosas. Das máscaras que nos podem ajudar a cobrir a boca e o nariz, existem três níveis: Nível 1: proteção para evitar que possamos respirar pequenas partículas como o pó. É a máscara mais eficaz para evitar qualquer irritação. Seria a mais comum para a maioria das alergias primaveris. Nível 2: este segundo nível está mais pensado para combater elementos derivados do uso de aerossóis ou fumo. Ideal se estivermos em ambientes com este tipo de produtos, já que, embora no início possam causar uma leve irritação, a longo prazo podem tornar-se bastante incómodos ou mesmo perigosos. Nível 3: o terceiro e último nível já está preparado para evitar produtos tóxicos e totalmente perigosos para a nossa saúde. Sabemos que as alergias primaveris podem incomodar muito, por isso lembramos aqui que é muito importante usar este tipo de proteções para as evitar. Não só trabalhará melhor, como a sua saúde lhe agradecerá muito. Quanto à escolha da máscara, embora normalmente uma do tipo 1 já nos sirva para este tipo de casos, o melhor em caso de dúvida é que visite o seu médico e que ele o aconselhe qual é a melhor máscara ou a melhor medida para ajudar a apaziguar os efeitos de alergias tão incómodas. .

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Aventais curtos ou aventais compridos

Lorena Mosquera.Apr 17, 2015
Os aventais, ao longo da história, serviram para nos proteger de diferentes perigos como contaminações ou manchas. São usados em muitos ambientes de trabalho distintos, como por exemplo as lojas, os soldadores ou, sobretudo, os cozinheiros e as pessoas que se dedicam à manipulação alimentar. Quando escolher aventais compridos e quando usar curtos Escolher um avental não é tarefa fácil. A principal dúvida que costuma surgir é se se escolhem curtos ou compridos. Os aventais curtos digamos que seriam aqueles que cobrem apenas a parte de baixo do nosso corpo, ou seja: da cintura até aos joelhos, mais ou menos. Quanto aos aventais compridos, seriam os que cobrem uma maior parte do corpo, principalmente a zona do peito. Para nos ajudar na decisão devemos ter em conta o nosso tipo de trabalho. Se lidamos com produtos perigosos ou delicados (compostos químicos, comida, etc.) então o melhor será escolhê-lo comprido. Um avental comprido oferece mais garantias na hora de nos proteger a nós próprios, mas também oferece maior segurança para que os alimentos ou elementos/produtos não se contaminem com a nossa roupa. Para além deste tema, também há alguns detalhes mais que deveremos ter em conta: • Material com o qual o avental é feito: este fator será determinado pelo tipo de trabalho que realizamos, mas o mais habitual é que sejam de algodão quando se trata de cozinha. Depois também há aventais com uma base de plástico ou impermeáveis, de material duro e rígido para soldadores, com proteções especiais para evitar radiação e contaminação, etc. Em caso de dúvida é muito importante perguntar bem, já que a nossa saúde laboral está em jogo. • Lavagens: segundo o material, será também importante informarmos-nos de como o avental deve ser lavado. Alguns requerem cuidados especiais, enquanto outros são simplesmente laváveis em máquinas de lavar e pronto. Deveremos saber os ciclos de lavagens, as temperaturas e a resistência. • Bolsos: precisamos de bolsos? Se no nosso dia a dia laboral usamos ferramentas ou temos a necessidade de guardar coisas nos bolsos, então será melhor que compremos o avental com bolsos. Isso facilitará a organização e armazenagem. • Facilidade para atar: por último, deveremos prestar atenção a como o avental se ata ou se fecha: o mais habitual nos de tecido é que tenha umas cordas ou tiras para ser atado por trás. Tendo em conta todas estas coisas, estamos seguros que poderão escolher o avental que melhor vos convém. Pensem que, embora seja comprido ou seja curto, o mais importante é que seja cómodo usá-lo, já que embora a sua função principal seja a de proteção, a verdade é que pouca ação fará se o avental nos cai ou se nos fica muito grande ou se o usamos mal. O bom é que também se podem personalizar e assim se dá um toque corporativo à empresa, seja imprimindo o logótipo ou bordando-o. Se trabalham com mais pessoas também será importante bordar o nome para que não se confunda.

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Roupa desportiva. Equipa-te para o inverno.

Jorge Javier Carrión Gil.Oct 29, 2014
Na NAISA.es, sabemos que não é fácil fazer desporto quando o frio chega, por isso selecionámos as peças que te vão tornar este processo mais fácil. Entre elas, irás encontrar desde polares a gorros e golas polares, tudo para que praticar desporto no inverno não seja tão difícil. Há também uma grande seleção de cores, para que possas combinar a tua roupa de desporto com as tuas cores favoritas. São peças para o desportista de hoje, com uma grande seleção de cores e modelos, disponíveis para homem e para mulher. Entre elas destacamos várias categorias, como: Roupa desportiva. Calças desportivas   Estas calças, tanto para homem como para mulher, oferecem uma qualidade e conforto que agradam a todos os utilizadores. Roupa desportiva. Casacos para o frio   Os casacos para o frio têm um design atual, para todos os desportistas. Roupa desportiva. Moletons e polares   Os moletons também estão disponíveis com capuz e os polares com fecho de correr completo. Roupa desportiva. Acessórios   Para que o frio não te apanhe em lado nenhum.  

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Roupa e cozinha: curiosidades

Lorena Mosquera.Oct 29, 2014
Quando entramos em qualquer área profissional, descobrimos que cada profissão tem muitas curiosidades e que, muitas vezes, as coisas acontecem por alguma razão. Hoje, vamos falar sobre algumas curiosidades referentes à roupa para cozinhar. Curiosidades sobre roupa e cozinha Por exemplo: sabiam que antigamente os cozinheiros que não eram chef não podiam usar o seu nome bordado?Embora não seja uma prática muito comum, hoje em dia, são muitos os estabelecimentos de restauração que optam por identificar os seus funcionários. Antigamente, apenas o chefe de cozinha, o chef principal, o podia fazer. De facto, este costume continuou minimamente, mas o mais comum é que o nome do restaurante seja impresso ou bordado, a não ser que se seja um cozinheiro de renome. Outra história que merece ser contada é a do chapéu que alguns chefs usam. Os factos remontam ao início do século XIX, quando um cozinheiro francês chamado Antoine Careme (chef de reis) decidiu começar a pôr um pouco de ordem e higiene na sua cozinha e estabeleceu o uso de chapéus. De facto, com as diferentes medidas, pretendia-se distinguir os simples cozinheiros dos chefes de cozinha, um pouco como o exemplo que vimos anteriormente. Isso demonstra a importância que foi dada ao longo da história para distinguir uns dos outros. Quanto mais alto era o chapéu, mais poder essa pessoa tinha dentro daquelas quatro paredes. Hoje em dia, estes chapéus já quase não se usam: têm caído em desuso e são poucos os locais onde ainda os utilizam, embora geralmente sejam descartáveis. Outra origem do chapéu de cozinha aponta para uma época anterior, concretamente ao século VII d.C. Diz-se que alguns intelectuais (nos quais se incluíam os cozinheiros) foram perseguidos e refugiaram-se em mosteiros para não serem vistos, e usavam chapéus como eles. Esta mesma teoria repete-se também no século XVII, quando alguns cozinheiros foram novamente perseguidos por serem acusados de empregar técnicas de bruxaria na elaboração de alguns pratos. Neste segundo caso, também se refugiaram em mosteiros. As diferenças entre cozinheiros e chefs não acabam aqui: são muitos os detalhes que se observam, desde o comprimento do avental ao tipo de calças que se usam. Outro detalhe: sabem o que são as jalecas filipinas?São estas peças de vestuário tão típicas dos cozinheiros que têm botões em ambos os lados. Chamam-se assim porque em 1924 realizou-se um congresso gastronómico e uns cozinheiros de origem filipina a usaram. Permite de forma muito fácil invertê-la para esconder possíveis manchas, embora também sirva perfeitamente como isolante; tanto de temperatura como de salpicos de óleo ou outro tipo de líquido a temperatura muito alta. O elemento mais comum em quase todas as cozinhas é que se veste de branco. Isso tem sido feito há muitos anos, pois evita que se absorva calor excessivo e, além disso, é uma cor que rapidamente revelaria as manchas, se as houvesse, o que denota pureza e asseio.