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Capacetes de segurança ou bonés anti-choque: qual usar?

Jorge Javier Carrión Gil.Aug 22, 2022
O equipamento de proteção para a cabeça inclui capacetes de segurança e bonés de proteção anti-choque. Descubra quando usar cada um!

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Fibras elásticas: o tecido Stretch em roupa de trabalho

Jorge Javier Carrión Gil.Jun 23, 2022
O tecido Stretch é um tecido elástico que é cada vez mais utilizado na criação de vestuário de trabalho e é conhecido pelo conforto. Descubra-o!

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Fatos e macacões de trabalho: tipos e usos

Jorge Javier Carrión Gil.Apr 01, 2022
Temos os fatos de trabalho e macacões que a sua equipa precisa. Descubra os nossos modelos e os seus possíveis usos. Informe-se!

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Tudo sobre Gore-tex

Jorge Javier Carrión Gil.Mar 04, 2022
A membrana GORE-TEX é uma camada extremamente fina de politetrafluoroetileno expandido (ePTFE). Descubra tudo sobre este material!

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Guia para escolher uniformes de cabeleireiro e estética

Lorena Mosquera.Feb 02, 2022
Encontrar o uniforme de cabeleireiro e esteticista adequado não é fácil, pois, para além do conforto e segurança, é necessário acrescentar o estilo e a profissionalidade de que um centro necessita para manter uma boa imagem de marca. Neste artigo abordaremos a importância do uniforme em cabeleireiro e estética, os diferentes elementos que o compõem e as suas características. Por que são tão importantes os uniformes de cabeleireiro e estética? Apesar de não ser obrigatório, usar uniforme num salão de cabeleireiro ou centro de estética é imprescindível, não só por segurança e conforto, mas também por imagem. Antes de tudo, qualquer roupa de trabalho deve ser confortável e proteger o trabalhador, especialmente num setor em que, como já referimos noutro artigo, o trabalhador está exposto a numerosos riscos, pois trabalha com muitos produtos químicos como tintas ou vernizes de unhas e objetos pontiagudos e cortantes como tesouras ou navalhas. Mas, além disso, num setor onde a estética importa tanto, mostrar uma imagem cuidada e profissional é essencial. Por isso, um uniforme adequado, elegante e profissional, ao mesmo tempo que protege os trabalhadores dos numerosos riscos, reflete a personalidade de um centro de beleza e o destaca de outros, gerando no cliente confiança e satisfação. Roupa de trabalho para cabeleireiro e estética Na hora de escolher as peças que farão parte do nosso uniforme, temos de ter em conta as seguintes características: Proteção: como acabamos de ver, a roupa utilizada em cabeleireiros e centros de beleza deve permitir proteger o trabalhador de potenciais perigos como o uso de produtos químicos ou objetos cortantes. Conforto: as peças de vestuário e o calçado devem ser confortáveis, de forma a facilitar o trabalho durante as longas jornadas laborais. Qualidade: tratando-se de peças de uso contínuo e lavagem diária, a qualidade dos tecidos deve ser uma prioridade. Design: temos de tentar que o estilo das peças escolhidas esteja de acordo com a imagem de marca da nossa empresa e reflita os princípios que queremos transmitir: profissionalismo, elegância… Tendo em conta tudo isto, vejamos a seguir que peças e elementos fazem parte do uniforme de trabalho para mulher e para homem para cabeleireiros e centros de beleza. Casacas ou jalecas Para o seu uso contínuo durante toda a jornada laboral, é importante que as casacas de cabeleireiro sejam fabricadas em tecidos confortáveis, respiráveis e, idealmente, repelentes a certos líquidos. Capas As capas são perfeitas para proteger a roupa de manchas e salpicos. Contam com aberturas laterais que permitem ajustá-las ao corpo e trabalhar com total conforto. Calças As calças são ideais para completar o look de trabalho, pois trata-se de uma peça prática e confortável. Aventais Quer se use uniforme ou não, os aventais são imprescindíveis para cobrir a roupa e protegê-la de salpicos de tinta e outros produtos. Calçado de cabeleireiro Como num cabeleireiro ou centro de estética se trabalha a maior parte do tempo de pé, é indispensável que, para proteger a postura e a saúde do trabalhador, o calçado seja confortável e leve. Para evitar escorregadelas e quedas, deveria ser antiderrapante e, ao trabalhar com produtos como tintas, é recomendável que o calçado utilizado seja lavável e, inclusivamente, impermeável. Luvas descartáveis As luvas descartáveis são fundamentais em cabeleireiro e estética, já que protegem as mãos dos muitos produtos químicos com os quais se trabalha neste setor. Por isso, é importante utilizar luvas fabricadas em materiais com alta resistência química, como o nitrilo. As luvas de nitrilo, para além de serem resistentes a muitos químicos, são muito apropriadas em cabeleireiros, centros onde se trabalha com objetos pontiagudos como tesouras, pois trata-se de um material muito resistente a perfurações. Como normalmente se trabalha com produtos químicos que não são perigosos, também se podem utilizar luvas descartáveis de vinil e, sempre que não exista risco de alergia, luvas de látex. Importância da personalização dos uniformes de trabalho Como indicamos acima, escolher um uniforme de alta qualidade é fundamental para a imagem de qualquer cabeleireiro ou centro de estética. Ter uma marca forte significa ter um uniforme personalizado que reflita os valores e a personalidade da empresa para criar uma identidade individual. Na Naisa contamos com diferentes modelos e estilos de uniformes, entre os quais encontrará aqueles que melhor se adaptam ao seu estilo e ao da sua marca. Além disso, contamos com um serviço de personalização de peças de vestuário, tanto de impressão como de bordado, que lhe permitirá começar a desfrutar do uniforme ideal para a sua empresa.

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Tipos de luvas descartáveis: características e utilizações

Jorge Javier Carrión Gil.Jan 24, 2022
As luvas descartáveis são fabricadas numa grande variedade de materiais: látex, nitrilo, vinil, polietileno... Descubra as suas vantagens!

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Uniformes sanitários: conheça a sua evolução e características

Jorge Javier Carrión Gil.Jan 04, 2022
Descobre que tipo de uniformes sanitários existem, que características têm e qual a sua origem neste artigo da Naisa. Não percas!

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Tipos de proteção da cabeça

Jorge Javier Carrión Gil.Oct 12, 2021
Na cabeça encontram-se partes muito delicadas que devemos proteger em situações de risco durante a jornada de trabalho. Por isso, recomenda-se a utilização de equipamentos de proteção que protejam tanto o crânio, como a visão ou a audição, sem esquecer a boca e o nariz. Neste artigo, veremos cada uma destas partes a proteger e os equipamentos de proteção mais frequentes para cada uma delas. Proteção da parte superior da cabeça Para começar, para proteger a parte superior da cabeça temos, fundamentalmente, capacetes e bonés anti-impacto. Capacetes de segurança A função dos capacetes de segurança é proteger a parte superior da cabeça contra choques provocados por quedas de objetos vindos de cima, como pode acontecer no setor florestal, golpes após quedas ou em alturas, ou impactos com objetos projetados. Além desta proteção, encontramos capacetes que contam com proteção contra riscos mecânicos e contra riscos elétricos, e outros também com proteção térmica. A duração dos capacetes de segurança depende do material de que são fabricados e geralmente está indicada no próprio capacete. Por exemplo, os capacetes de polietileno têm uma duração de cerca de 36 meses e os de poliamida, de 48 meses. Boné de proteção Os bonés de proteção ou bonés anti-impacto protegem contra golpes de objetos duros com força suficiente para causar feridas e outras lesões superficiais, mas não protegem contra choques de quedas e em nenhum caso devem substituir um capacete de segurança. Proteção facial Utilizam-se viseiras transparentes para proteger o rosto completo de salpicos, pequenos golpes ou impactos. Podem ser úteis em setores como o industrial, mecânico, florestal, jardinagem, etc. Contudo, para que a viseira cumpra a sua função, deverá ser fabricada no material mais adequado ao seu uso (policarbonato, acetato…). Além disso, podemos encontrar equipamentos específicos para certos tipos de trabalhos. Por exemplo, para trabalhos florestais existem umas viseiras com rede metálica que protegem o rosto do trabalhador do impacto de elementos como ramos, pedaços de madeira… Além disso, existem uns equipamentos completos para trabalhos florestais compostos por capacete, viseira facial e protetores auriculares. Quanto aos soldadores, estes contam com umas viseiras que, além de protegerem a visão, protegem o rosto e o corpo do calor, da radiação do arco de soldadura ou das faíscas. Proteção auditiva A exposição a ruídos é um dos principais riscos a que um trabalhador está exposto. Esta exposição pode desencadear a perda de audição e outros distúrbios como os temidos acúfenos. Além disso, os ruídos e vibrações podem causar distúrbios do sono, ansiedade ou irritabilidade. Quando é impossível reduzir o ruído ou as vibrações abaixo de certos níveis, devem ser usados protetores auditivos: tampões e protetores tipo concha. Proteção ocular O cuidado com os olhos é imprescindível, pois trata-se do órgão do nosso sentido mais desenvolvido e, provavelmente, o mais importante. Como com outros equipamentos de proteção individual, a proteção ocular deve ocupar um lugar central em inúmeras situações laborais de risco. Uma das principais causas que prejudicam a visão é a radiação solar. Por isso, os trabalhadores que passam boa parte da sua jornada ao ar livre deveriam fazê-lo com óculos de sol. Além do sol, há situações em que se podem projetar ou salpicar partículas como farpas, faíscas ou produtos tóxicos. Nestes casos, portanto, é fundamental proteger os olhos com óculos de segurança ou viseiras faciais. Para os casos mais extremos, como em hospitais ou laboratórios, também se podem utilizar escafandros. Outro caso particular é o dos soldadores, cujos olhos podem ser afetados tanto pela luz e radiação que o arco de soldadura gera, como pela projeção de resíduos durante a soldadura. Existem para isso óculos específicos de soldador que protegem os seus olhos destes perigos. De facto, muitos deles contam com obturadores eletrónicos que escurecem a viseira de forma automática. É de recordar que, às vezes, infelizmente, ocorrem acidentes. Quando, por algum motivo, os olhos entram em contacto com um elemento prejudicial, é preciso recorrer com a maior brevidade possível ao uso de um lava-olhos de segurança. Os lava-olhos permitem a adequada lavagem dos olhos após um acidente. Em caso de ser necessário, recomenda-se fazê-lo imediatamente após o sinistro e durante pelo menos 15 minutos. Proteção da boca e nariz: EPR Os equipamentos de proteção respiratória (EPR) impedem que, tanto pelo nariz como pela boca, o utilizador inale elementos como pó, vapores, aerossóis… A inalação de certas partículas está relacionada com doenças, algumas das quais, como a asma ou o cancro, são graves. Para as evitar, pode-se recorrer, por um lado, a equipamentos filtrantes como máscaras ou máscaras completas. Por outro lado, em espaços muito contaminados, podem ser utilizados equipamentos isolantes, que isolam as vias respiratórias e fornecem ar de uma botija ou mangueira. Proteção para o frio Para proteger a cabeça do frio, sem dúvida as peças mais recomendáveis são os gorros e os tapa-bocas. Neste artigo pudemos ver o quão importante é proteger cada parte da cabeça para evitar traumatismos, distúrbios como perda de visão ou de audição, doenças como asma ou cancro, etc. Além disso, analisámos os diferentes equipamentos de proteção para cada uma destas partes. Proteger a cabeça no trabalho é, sem dúvida, crucial.

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Calçado de segurança desportivo, elemento de proteção

Jorge Javier Carrión Gil.Aug 31, 2021
Uma das partes mais importantes do uniforme de trabalho é o calçado de segurança, já que passamos todo o dia de trabalho com ele e da sua adequação dependem não só o nosso conforto, mas também grande parte da segurança no ambiente de trabalho. Além disso, usando o calçado adequado, podemos evitar lesões e acidentes derivados de uma má adaptação do calçado ao ambiente de trabalho e ao nosso pé. Uma má escolha do calçado de segurança pode levar a distúrbios musculoesqueléticos (DME) como entorses, tendinites, fascite plantar… e, além disso, no verão ou em condições de trabalho com altas temperaturas, pode fazer com que os mecanismos corporais para a termorregulação, que são os responsáveis por manter uma temperatura interna quase constante independentemente das condições climáticas, não funcionem corretamente, causando vasodilatação e transpiração excessiva e aumentando a sensação de peso e desconforto. Por tudo isto, o ideal é escolher, por exemplo, um calçado de segurança desportivo que, além de cumprir as normas de segurança, seja fabricado com materiais de qualidade, seja leve e, se possível, transpirável. Os modelos de calçado de segurança com um design desportivo ganham cada vez mais adeptos, pois combinam o conforto e a leveza de uns ténis desportivos com a proteção exigida em diversos espaços de trabalho, como biqueira de segurança, sola antiderrapante e anti-perfuração, etc., tornando-se uma opção muito recomendável para trabalhadores que passam muitas horas de pé e em movimento e querem prevenir problemas de peso, pernas cansadas, problemas circulatórios e posturais. Estes ténis de segurança, mesmo cumprindo as normas de prevenção, privilegiam na sua fabricação a ergonomia e a flexibilidade do calçado, introduzindo tecnologias inovadoras que permitem manter os requisitos de segurança sem renunciar ao conforto. Exemplo disso é o design dos ténis de segurança da U-Power e a sua sola patenteada, adaptada do âmbito desportivo do running para o do trabalho. Este calçado de segurança desportivo é projetado de tal forma que a sola amortece e devolve a energia em cada passo, diminuindo significativamente a fadiga e a sobrecarga gerada após várias horas de pé e a caminhar ou a adotar posturas desconfortáveis como agachar-se, subir e descer escadas repetidamente ou estar de pé por muito tempo. Além disso, os novos modelos incorporam a palmilha patenteada WOW, que permite distribuir uniformemente o peso corporal sobre a superfície do pé ao ser fabricada em memory foam, uma espuma com propriedades de modelagem automática e muito acolchoada. Também contam com um exclusivo composto BASF, um poliuretano termoplástico que lhes confere uma leveza e elasticidade únicas no mercado, além de maior durabilidade, impermeabilidade e capacidade de amortecimento. Se o que procuramos é uma opção de sapatos de segurança desportivos de qualidade, mas mais económica, sem renunciar ao conforto, temos outra muito boa opção nos modelos Flexum, concebidos para serem utilizados na indústria em geral, mas especialmente adequados para trabalhos como automotiva, logística e armazéns, entregadores, transporte e qualquer outra atividade em que se exija um extra de flexibilidade no calçado e boa resistência à flexão e torção. São fabricados com materiais e um design muito cuidados que os tornam resistentes à água, graças ao corte em camurça nobuck hidrófuga e transpirável, além do requisito adicional de resistência à água WRO. Possuem uma biqueira de segurança em Compósito em vez de biqueira metálica, o que os torna adequados para trabalhos em que, devido ao risco elétrico, o calçado deve ser livre de componentes metálicos. Por sua vez, a sola é fabricada em poliuretano duplo DDPU, o que nos oferece maior duração e resistência ao desgaste e o máximo coeficiente antiderrapante, além de contar com uma lâmina anti-perfuração que lhe confere um extra de segurança. Como comentávamos, o que diferencia este tipo de calçado de segurança dos modelos tradicionais é o conforto extra, que nesta linha é conseguido graças à palmilha PU FOAM, um material sintético acolchoado em forma de células que contêm ar no seu interior, e tem a propriedade de absorver a vibração, compressões e choques. Graças a estes novos modelos desportivos e às inovações que oferecem, é possível manter os requisitos de segurança exigidos no ambiente de trabalho sem renunciar ao conforto oferecido por uns ténis de uso comum e, porque não, a um design atual e moderno combinável com todo o tipo de roupa e que dará ao nosso uniforme de trabalho um extra de cuidado com a imagem.

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Roupa de trabalho ignífuga e antiestática

Jorge Javier Carrión Gil.Aug 04, 2021
Ocasionalmente, temos destacado a importância do vestuário de trabalho como a primeira linha de proteção do trabalhador contra possíveis danos, uma vez que a sua qualidade, adequação e manutenção correta podem determinar se um acidente ou incidente é mais ou menos grave. Esta afirmação adquire especial relevância quando falamos de setores em que, pela natureza do trabalho, os trabalhadores estão continuamente expostos a riscos de maior dimensão do que a maioria dos trabalhadores, como soldadores, indústria petroquímica, indústria elétrica, fundições e pirotecnias. De seguida, gostaríamos de falar sobre a importância do vestuário ignífugo e antiestático. Nestes setores, é obrigatória a utilização de vestuário de trabalho ignífugo e antiestático, uma vez que os trabalhadores estão expostos ao contacto com chamas, calor, salpicos de metal fundido e eletricidade. Desta forma, estas peças de vestuário tornam-se um elemento essencial nos planos de prevenção e estão sujeitas a uma normativa específica quanto a requisitos e padrões de qualidade. O facto de uma peça de vestuário oferecer proteção ignífuga significa que é fabricada com materiais que não inflamam, limitam a propagação da chama por serem retardantes ao fogo e os tecidos não permitem a penetração de substâncias químicas perigosas ou salpicos de metal fundido. Ou seja, deve proteger contra os três tipos de calor (condutivo, radiante e convectivo) e também contra os salpicos. A normativa específica para o vestuário ignífugo é a EN11612 que analisa e estabelece as propriedades de proteção das peças de vestuário, os tecidos de proteção e acessórios, contra o calor e a chama. Além disso, são verificados em laboratórios oficiais que reúnam valores mínimos em termos de resistência, encolhimento e vida útil das peças. Por sua vez, o vestuário de trabalho antiestático tem a função de dissipar a carga eletrostática que se pode gerar em determinadas condições de trabalho, uma vez que estas peças de proteção dissipam a eletrostática, sendo o seu uso obrigatório em indústrias onde se manipulam substâncias explosivas, ou onde se formam gases e pós finos que possam ser combustíveis. Estas peças têm uma normativa específica (EN 1149-5) e o mais comum é encontrar peças que reúnam as duas características, sendo os materiais mais utilizados o algodão tratado quimicamente, a modacrílica (uma fibra que resiste bem ao fogo) ou a aramida (outra fibra também resistente ao calor e de grande robustez e resistência). Entre o tipo de peças que podemos utilizar encontramos: Blusões e parkas: podemos encontrar casacos de trabalho de uma só cor ou até que também reúnam a característica de ter elementos de alta visibilidade, bem como parkas que proporcionem maior proteção contra o frio e ofereçam proteção impermeável. Calças: os modelos de calças tentam unir as características técnicas deste tipo de peças com o conforto que qualquer calça de trabalho precisa, como múltiplos bolsos e cintura ajustável. Camisas: embora quando falamos de peças ignífugas e antiestáticas costumemos fazê-lo pensando em peças exteriores, também é necessário completar a farda com elementos que permitam, se necessário, tirar o blusão ou parka mantendo um certo nível de proteção. Da mesma forma que os blusões ou parkas, estas camisas podem incluir ainda elementos de alta visibilidade. Fatos-macaco: oferecem a vantagem de proporcionar proteção completa do corpo do trabalhador numa só peça, sendo muito práticos na hora de ter que se vestir com roupa de proteção de forma rápida. Também existem acessórios ignífugos para o vestuário de trabalho que cumprem os requisitos exigidos, como é o caso da roupa interior, uma vez que, por vezes, a roupa interior de uso comum contém elementos ou materiais na sua fabricação que podem ser inflamáveis ou acumular eletrostática. Importa referir que o vestuário de trabalho para soldadores requer uma certificação própria, EN ISO 11611, que atesta a proteção do trabalhador contra a formação de faíscas e o contacto breve com o fogo, e reduz o risco de descarga no caso de ocorrer um contacto acidental com uma fonte de eletricidade. Divide-se, por sua vez, em Classe 1 (oferecem proteção quando são utilizadas técnicas de soldadura menos perigosas) e Classe 2 (quando as técnicas de soldadura implicam um risco adicional porque a geração de faíscas e calor é consideravelmente maior). Além de cumprir com a normativa que vimos, é necessário que o seu design, utilização e manutenção sejam adequados para manter o nível de proteção que oferecem. Por exemplo, os bolsos destas peças devem ser os mínimos necessários e estar cobertos por uma camada de tecido mais larga do que a abertura do bolso, e todos os elementos que incluam, como botões e fechos, não podem constituir um elemento de risco ou condução de calor ou eletricidade. A utilização deve ser a correta, permitindo liberdade de movimentos mas sem ser demasiado folgada, o tamanho deve ser o correto para que o corpo do trabalhador seja coberto de forma adequada. Quanto à manutenção, embora este tipo de tecidos, dada a sua natureza e função e por terem sido tratados quimicamente, sejam mais resistentes e ofereçam uma durabilidade superior a outras peças, devem ser tratados de forma adequada para manter as suas características ignífugas e antiestáticas. O recomendável é seguir as instruções de manutenção e lavagem do fabricante, mas, em geral, recomenda-se lavar estas peças separadamente e do avesso, evitando produtos de limpeza como lixívia e água oxigenada ou detergentes que os contenham, e a utilização de amaciadores.